sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Newton Almeida Comenta o Acordo que Aumenta a segurança Hídrica no Estado do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais

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ACORDO QUE AUMENTA SEGURANÇA HÍDRICA DO ESTADO DO RIO É HOMOLOGADO NO STF

 10/12/2015 - 00:00h - Atualizado em 11/12/2015 - 11:37h
 » Ascom SEA/Inea

Medidas representam um avanço histórico na gestão da bacia do Rio Paraíba do Sul

      O acordo para aumentar a segurança hídrica da bacia do Paraíba do Sul foi homologado nesta quinta-feira (10/12/2015), às 11h, no Supremo Tribunal Federal, em Brasília, com as presenças dos governadores Luiz Fernando Pezão e Geraldo Alckmin e do secretário estadual do Ambiente, André Corrêa. O governo de Minas Gerais foi representado pela Procuradoria. Firmado entre os estados do Rio, São Paulo e Minas Gerais, Agência Nacional de Águas (ANA) e Comitê de Bacia Hidrográfica do Paraíba do Sul (Ceivap), o acordo é uma iniciativa inédita no país.

   De acordo com André Corrêa, as medidas defendidas pelo estado do Rio representam um avanço histórico em termos de gestão da bacia. A mudança das regras de operação dos reservatórios de regularização da bacia fará com que eles armazenem mais água para usos múltiplos, além de disponibilizar um volume adicional de 425 milhões de metros cúbicos do reservatório de Paraibuna, como reserva técnica. Além disso, a vazão do Paraíba do Sul na barragem de Santa Cecília em tempos normais ficou garantida em 190 mil litros por segundo.

    - Estas medidas são importantes para que o estado não passe por dificuldades futuras, mesmo em casos de estiagem severa, já que a maior parte da sua população utiliza água do Paraíba do Sul, além de boa parte do seu parque industrial – afirmou o secretário do Ambiente.

     Na ocasião, os representantes dos órgãos gestores de recursos hídricos dos três estados assinaram a Resolução conjunta que estabelece as normas de operação do sistema hidráulico do Paraíba do Sul, que inclui os reservatórios Funil, Santa Branca, Paraibuna e Jaguari. Com isso, também foi referendada a viabilidade hidrológica da transposição das águas da bacia para o Sistema Cantareira, em São Paulo.

    A mediação do STF, através do ministro Luiz Fux, foi motivada pelas ações que questionavam tanto a transposição do Paraíba do Sul, em São Paulo quanto as reduções de vazão na barragem de Santa Cecília. Em novembro do ano passado, os três estados se comprometeram a não adotar qualquer medida unilateral e iniciaram negociações para definir as normas de gestão da bacia. O acordo entre os estados, ANA e Ceivap foi assinado no dia 23 de novembro. 

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Newton Almeida cometa - 


     A legislação dos recursos hídricos no Brasil, Lei Federal 9433 / 97 garante a participação democrática, mas é preciso que os Comitês de Bacias Hidrográficas estejam organizados para garantir que a gestão também seja participativa. 
     Esse acordo  realizado entre os Estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais são medidas que diminuem a crise hídrica, como aconteceu recentemente, através de obras de engenharia e mudanças das regras de operação dos reservatórios, fazendo a interligação entre o rio Paraíba do Sul e outro reservatório, mas que não sinalizam esforços nas causas. A causa é que as chuvas não caíram, e então a solução era fazer chover. 
    Fazer chover, em quantidade necessária, é ainda um desafio para os humanos, só mesmo a natureza. A solução mais cabível então é plantar árvores para restaurar as nascentes e proteger, de fato as que restaram. A ampliação da cobertura vegetal consegue resultados significativos para a restauração do equilíbrio micro-climático e hídrico de determinada região. Agora, é necessário ter uma pouco de paciência, pois as árvores demoram mais de dez anos para fazerem alguma diferença, tempo mínimo para que estejam robustas. 
     Sabemos que os políticos tem uma certa preferência por obras de engenharia em detrimento a projetos e programas de longo prazo. Mas, nesse caso a urgência é necessária. A busca por uma diminuição do problema é realmente de muita importância. 
     É muito fácil para alguém que toma alguns banhos por dia, de longa duração, que bebe água até a barriga ficar inchada, vir criticar o  fato de que irão realizar outra alteração do já tão degradado ambiente, e que isso não resolverá as causas. Só quem ficou ou fica sem água é que pode saber o que isso representa.
      Somos gratos aos esforços dos três estados, que têm por objetivo a busca de uma mínima segurança hídrica, para o uso doméstico e para geração de energia e para as indústrias. Parabenizamos pelo entendimento político, inédito, que permitiu a chancela de uma cordo benéfico a todos.
     Eu parabenizo ao Secretário de Estado do Ambiente, o André Corrêa, pois sei que é um político competente. Mas, não poderia deixar de lembrar que outros tantos projetos simples são de crucial importância: o pagamento por serviços ambientais (proprietários que preservem suas matas e nascentes ganhando benefício econômico para isso) e incentivos à captação da água de chuva. 


>>> Veja o exemplo do empresário de Rio Bonito, Geison Demier, que capta água de chuva reutiliza, na sua indústria de transformação a Marmoraria MARB. SIGA AQUI <<<<
      
       


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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Curso Formação e Treinamento de Brigada de Incêndio Florestal


Apresentação
Apesar de existirem diversos agentes de destruição da vegetação, como as intempéries climáticas, e o ataque de pragas e doenças, o principal causador dessa destruição tem sido a ação do homem no meio ambiente. Dentre essas ações, o fogo é, provavelmente, a principal causa de destruição da vegetação e, dependendo da sua intensidade, a vegetação pode ser destruída totalmente ou ficar prejudicada em seu crescimento e em outras características silvipastoris.

Este curso mostra como formar e treinar uma brigada de incêndio, na fazenda ou na prefeitura municipal, para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais.

Curso elaborado em convênio entre a UFV-SIF e o CPT.




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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Curso Restauração Florestal em Áreas de Preservação Permanente e Reserva Legal



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Apresentação

      Em decorrência dos problemas como o efeito estufa, a escassez de água e as mudanças climáticas a aplicação da legislação sobre Áreas de Preservação Permanente e Reserva Legal em propriedades rurais tem sido cada vez mais cobrada.

     Com isso, produtores rurais de todo o Brasil, que não mantêm Reserva Legal e as Áreas de Preservação Permanente em sua propriedade, estão na condição de terem de demarcá-las e reflorestá-las com espécies nativas, o que representa necessidade de tecnologias e insumos.


     Para atender a esta necessidade, este curso apresenta as técnicas de restauração florestal mais indicadas para estas áreas.





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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Dom Pedro II Providenciou o Reflorestamento da Mata Atlântica para Melhorar a Vazão do rio Carioca

 

      
     A Floresta da Tijuca localiza-se na cidade do Rio de Janeiro, integrando o Parque Nacional da Tijuca , com a Serra da Carioca e o Maciço da Gávea, somando quase 4.000 hectares (1 ha = 100 x 100 metros ; 1 ha = 10.000 m² ; 1 km² = 1.000 x 1000 m = 1.000.000 m²  ; 1 km² = 100 ha ; portanto o Parque Nacional da  Tijuca tem cerca de 40 km²).
    Ela é uma das maiores  áreas verdes urbanas do mundo, e por muitos é citada como a maior floresta urbana do mundo.  A Floresta da Tijuca, sozinha tem 3.200 ha.  
    A primeira vez que conheci a Floresta da Tijuca eu tinha uns 9 anos de idade, quando subi no Cristo Redentor. A primeira coisa que notamos, ao entrar nos domínios da Floresta da Tijuca,  é a diferença de temperatura. Basta abrigar-se abaixo daquele arvoredo maravilhoso, toda aquela  umidade, os sons da natureza, e o calor vai embora. Nunca pensei que aquele ambiente pudesse não estar lá. O  prezado leitor  não entendeu o que eu quis dizer ?
    É que somente depois de muitos anos é que tomei conhecimento de que aquele ambiente foi recuperado, todas aquelas árvores foram plantadas por escravos, sob a liderança do major e engenheiro Manuel Archer . Foi na época do Imperador Dom Pedro II,  o rio Carioca abastecia a cidade do Rio de Janeiro, e o cultivo do café ,  além de   desmatamentos para utilização da madeira, afetou o volume das águas do rio Carioca.
    Dom Pedro II delegou a missão para o Major Archer e uns sete escravos :  reflorestar a região e recuperar os mananciais. De 1862 a 1874 haviam sido plantadas umas 100 mil árvores.
     Os acessos mais fáceis para chegar à Floresta da Tijuca :
 Estrada das Paineiras, a partir do Cosme Velho ; pela Estrada das Canoas, ao conjunto da Pedra da Gávea e Pedra Bonita;   pela Estrada Grajaú-Jacarepaguá .

 Fonte das imagens e informações :

  http://www.blogger.com/goog_914291048
  
                                                             http://www.serqueira.com.br/mapas/flotij.htm


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quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Curso Meio Ambiente - Tema Transversal - Fundamental I



Apresentação

Os Temas Transversais têm ganho importância na educação brasileira, à medida que os valores da cidadania são cada vez mais demandados pela sociedade. Especificamente o tema Meio Ambiente tem se tornado uma preocupação em nível local, nacional e global, determinando a necessidade de maior engajamento da comunidade escolar na causa ambiental.

Mas, como o educador pode inserir este tema de forma transversalizada na rotina de seu trabalho em sala de aula? Os Parâmetros Curriculares Nacionais preveem que os conteúdos de Meio Ambiente sejam integrados aos demais conteúdos, numa relação de transversalidade, de modo que a prática educativa seja impregnada pelo tema, permitindo uma visão global e abrangente da questão ambiental.

Diante disso, o CPT elaborou este curso para auxiliar os professores que atuam no ensino Fundamental I na transversalização deste tema.
Este curso é oferecido em dois formatos: em livro + DVD ou online.









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